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Fluminense sofreu mais uma penhora da Justiça nesta semana, desta vez em cima da premiação pela classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. Na última quarta-feira, a juíza Lila Carolina Mota Pessoa Igreja Lopes, da 46ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou o bloqueio de R$ 2.910.143,68 do valor para abater uma antiga dívida com o ex-zagueiro Thiago Gosling, que defendeu o clube entre 2005 e 2006. A informação foi dada pelo site “Esporte News Mundo” e confirmada pelo ge.

Formado no Atlético-MG, Thiago Gosling estava no Genoa, da Itália, quando chegou às Laranjeiras no segundo semestre de 2005, mas devido a problemas musculares só estreou no ano seguinte. Com a camisa tricolor, disputou apenas 19 partidas, sem nenhum gol marcado. Ele entrou na Justiça no fim de 2006 alegando que após uma nova lesão o clube parou de pagar seu salário, de R$ 50 mil, e não tinha seguro para acidente de trabalho como determinava a Lei Pelé.

Na ação que ganhou, ele pedia R$ 1 milhão entre indenização, direito de arena, rescisão de contrato, 13º salário e férias. Em 2013, o Tribunal Regional do Trabalho também condenou o clube a pagar mais R$ 600 mil por não ter comprovado a contratação do seguro para acidente de trabalho, tendo apresentado apenas um seguro de vida. O Fluminense recorreu, e o caso chegou até ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, onde foi mantida a condenação.

A penhora do valor corrigido representa 85,5% dos R$ 3,4 milhões que o Fluminense tem direito a receber por ter passado pelo Criciúma nas oitavas de final da Copa do Brasil e carimbado a vaga para enfrentar o Atlético-MG na próxima fase. O clube também faturou mais US$ 1,5 milhão de dólares da Conmebol (R$ 7,8 milhões na cotação atual) de premiação por eliminar o Cerro Porteño, do Paraguai, e ter se classificado para encarar o Barcelona de Guayaquil, do Equador, nas quartas de final.

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