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Ó óleo da árvore do chá (óleo da árvore do chá) é ó óleo essencial derivado da planta M. alternifoliauma planta nativa australiana endêmica do nordeste de Nova Gales do Sul e do sul de Queensland.

Embora toda a estrutura acima do solo seja colhida e transformada em biomassa, apenas as folhas positivas para os constituintes do óleo da árvore do cháo que énão extraídos por destilação a vapor. Ó óleo essencial resultando em um odor medicinal canforado único e distinto.

Ó óleo de M. alternifolia (Maiden & Betche) Cheel contém mais de 100 componentes. Com a determinação de avaliar a qualidade do óleo da árvore do chá fabricada, a Organização Internacional de Padronização definida concentraçãoé mmínimas e máximas para 15 desses componentes, sendo o principal constituinte ativo o terpinen-4-ol, compreendendo 35% a 48% do óleão.

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Embora o óleo da árvore do chá pode ser fabricada a partir de outras espéciesécies do gênero Melaleuca, M. alternifolia (Maiden & Betche) Cheel é respostacapaz por quase 100% do óleo da árvore do chá fabricada em todo o mundo e éportanto, a forma mais comum de óleo da árvore do chá disponivelível para compra. A maior parte da produção ocorre na Austrália, embora na China, na África do Sul, no Zimbabué eo Quénia tambémém produzam óleo da árvore do chá para venda comercial.

É usado em produtos de saúde/domésticosésticos, cosmoséticos, farmacêuticos e de aromaterapia. Dadas as propriedades antimicrobianas, anti-inflamatóriasórias e analgésicas fazem óleo da árvore do chá e a relativa segurança para usoópico,está sendo cada vez mais utilizado em produtos cosméticos e farmacêuticos (shampoos e sabonetes para o corpo, enxaguatórios bucais, bem como tratamentos sem receita para herpes labial, acne, queimaduras, mordidas, piolhos e infecçõesé fúngicas nas unhas).

shampoo com óleo de melaleuca

Análise do xampu de óleão de melaleuca

Um estudo publicado em 2021 no Jornal Americano de Oftalmologia teve como objetivo comparar os efeitos do shampoo de óleo de melaleuca (tea trea oil – TTO) com o shampoo normal para as propostas no tratamento dos sinais e sintomas da disfunçãoh, glândula meibomiana (DGM).

Foi feito um ensaio clínico randomizado duplo-cego com quarenta pacientes com DGM tratado com lavagem diária das ocorrências com shampoo TTO em um olho e shampoo regular para as alterações no outro. Antes do tratamento e depois de um e três meses, o efeito nos sintomas da superfície ocular, na produção e estabilidade lacrimal e nos sinais conjuntivais e palpebrais dos dois olhos foram comparados.

O entupimento e a tampa dos orifícios da glândula meibomiana, a lágrima espumosa, a expressibilidade das glândulas, a pontuação do Questionário de Olho Seco de 5 itens (DEQ5) e o tempo de ruptura da lágrima melhoraram mais significativamente nos olhos tratados com shampoo TTO.

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Apesar da melhora em ambos os olhos, as pontuações de qualidade do meibum, hiperemia conjuntival, coloração da córnea e da conjuntiva e o valor do teste Schirmer I não mostrou diferença estatisticamente significativa entre os olhos. AléAlém disso, a telangiectasia da margem palpebral foi resolvida apenas nos olhos tratados com shampoo TTO (P <0,001).

Um triquíase ea distiquíase não mudou em nenhum dos grupos (P> 0,99). A riqueza da superfície ocular durante a lavagem foi mais comum como o xampu TTO (P=0,002). O estudo conclui que o shampoo TTO foi considerado mais eficiente do que o shampoo normal para pÁlpebras no controle dos sinais e sintomas da DGM, embora a melhoria da superfície ocular durante sua aplicação tenha sido mais frequente.

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Autor

Pós graduação Lato Sensu em Córnea pela UNIFESP ⦁ Especialização em lentes de contato e refração pela UNIFESP ⦁ Residência médica em Oftalmologia pela UERJ ⦁ Graduação em Medicina pela UFRJ ⦁ Contato via Instagram: @julianarosaoftalmologia

Referências bibliográficas:Ícone de seta para baixo

  • Ghanavati S, Nooghabi MJ, Zamani G. Comparação do efeito do shampoo de óleo da árvore do chá com o shampoo regular para pálpebras no tratamento da disfunção da glândula meibomiana. Sou J Oftalmol. Setembro de 2021:229:45-51.

DOI:10.1016/j.ajo.2021.04.009

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