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Saúde

Hábitos de consumo dos brasileiros mudaram na pandemia; Veja os setores mais aquecidos

Os consumidores brasileiros têm se preocupado cada vez mais com hábitos saudáveis ​​durante a pandemia. Para além de exames de rotina e preventivos, houve crescimento na procura por atividades ao ar livre, como andar de bicicleta e fazer compras em feiras livres, por exemplo. Além disso, a parte voltada para o consumo de produtos também…

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Hábitos de consumo dos brasileiros mudaram na pandemia;  Veja os setores mais aquecidos

Os consumidores brasileiros têm se preocupado cada vez mais com hábitos saudáveis ​​durante a pandemia. Para além de exames de rotina e preventivos, houve crescimento na procura por atividades ao ar livre, como andar de bicicleta e fazer compras em feiras livres, por exemplo. Além disso, a parte voltada para o consumo de produtos também passou por transformações.

Estas mudanças no perfil de consumo constam do relatório de Análise do Comportamento de Consumo do Itaú Unibanco , relativo ao primeiro trimestre deste ano. O estudo considera a base de 50 milhões de clientes do banco – que é o maior da América Latina em total de ativos – e os usuários do sistema Rede, do Itaú, que possui uma fatia de 30% do mercado brasileiro de adquirência.

Os gastos com tratamentos, prevenções e exames aumentaram complementar no período em relação ao primeiro trimestre de 2020: 80% em laboratórios de análises clínicas, 29% em médicos e clínicas e 14% em hospitais, aponta o estudo . Já o consumo em feiras livres e os gastos com hortifrútis também subiram, respectivamente 47% e 22%, enquanto as vendas de bicicleta cresceram 52%.

Após um ano do início da pandemia, e em meio a segunda onda, a permanência em casa intensificou os investimentos em conforto para o lar, que muitas vezes também se tornou local de trabalho, e por eletrônicos, como videogames e jogos digitais. Serviços de manutenção, como os ar condicionado e computadores / impressoras registraram alta de 59% e 51%, respectivamente, e dedetização (16,4%).

A compra de livros, games, serviços de streaming e instrumentos musicais também subiu (8,5%), com destaque absoluto para a categoria de videogames, disconect saltaram 165% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Uma análise foi feita por Moisés Nascimento, diretor de engenharia e engenharia de dados do banco, e por Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú.

Cartões virtuais cresceram entre mais jovens

A expansão contínua das transações online impulsiona cada vez mais os meios de pagamento digitais. Em especial, dos cartões virtuais, que expiram após o uso e conferem maior segurança às operações de e-commerce.

O valor transacionado neste meio meio progredido (163%) no primeiro trimestre em comparação a igual período do ano passado, antes da pior fase da pandemia. Entre os mais jovens, da geração Z (nascidos entre 2000 e 2010), o uso dos cartões virtuais subiu quase três vezes mais: 457%.

Os pagamentos por carteiras digitais cresceram 80% no total e especialmente entre as mulheres de 50+ (93%) e os consumidores da geração Z (192%). O número de transações por aproximação em maquininhas, que evitam o contato físico, aumentou 4,4 vezes em relação ao primeiro trimestre de 2020 e, na comparação com o mesmo período de 2019, esse múltiplo chega a 34 vezes.

Por tudo isso, o Itaú Unibanco conclui que os efeitos da segunda onda no consumo dos brasileiros é menor do que durante a primeira onda, ocorrida em março. Em suma, os dados permitem que a empresa revise sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2021 para 5%. O percentual representa uma recuperação da perda de 4,1% de 2020, além de um pequeno ganho em riquezas.

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