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Política

Eleições municipais 2020: acompanhe o segundo turno em tempo real

SÃO PAULO – Acompanhe em tempo real principais as notícias sobre o segundo turno das eleições municipais:17h40: O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que as eleições transcorrem de forma relativamente tranquila em todo o país e que o resultado será divulgado ainda “hoje se Deus quiser”.17h36: Em Aracaju, o…

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Eleições municipais 2020: acompanhe o segundo turno em tempo real

SÃO PAULO – Acompanhe em tempo real principais as notícias sobre o segundo turno das eleições municipais:

17h40: O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que as eleições transcorrem de forma relativamente tranquila em todo o país e que o resultado será divulgado ainda “hoje se Deus quiser”.

17h36: Em Aracaju, o atual prefeito Edvaldo (PDT) tenta se reeleger, com 55,92% dos votos até o momento. A candidata delegada Danielle (Cidadania) aparece com 44,08%. Até às 17h36, 16,04% das urnas haviam sido apuradas na capital.

17h33: De acordo com o Ministério da Justiça, 64 pessoas foram presas ou conduzidas a delegacias devido a crimes relacionados às eleições. Ainda segundo o ministério, foram apreendidos R$ 16.382 em dinheiro, além de 3.656 itens de material de campanha e seis veículos.

17h32: Com a apuração avançada em Belém (62,72%), Edmilson Rodrigues (PSOL-50) liderava com 51,22% dos votos, seguido pelo delegado Federal Eguchi (Patriota), com 48,78% dos votos válidos. Pesquisa do Datafolha projeta vitória de Edmilson na capital.

17h23: Na capital do Ceará, apenas 1,49% das urnas foram apuradas até o momento e mostram o candidato do PDT Sarto na frente, com 50,33%. O candidato Capitão Wagner (Pros), aparece com 49,67% dos votos válidos.

17h21: Em Vitória (ES), Joao Coser (PT) está à frente, com 52% dos votos válidos. O candidato Delegado Pazolini aparece com 48%. Até o momento, apenas 0,16% das sessões foram apuradas na capital.

17h18: Começa a apuração em Belém, no Pará, com 5,93% das urnas apuradas até o momento. Por lá, Edmilson Rodrigues (PSOL-50) tinha 50,3% dos votos, enquanto o delegado Federal Eguchi (Patriota) tinha 49,7%.

17h02: O Ibope não fará pesquisas de Boca de Urna nas cidades com segundo turno nas eleições municipais neste domingo (29). Não houve justificativa para a mudança.

17h: Termina o horário de votação na maior parte do país. Cidades com fuso horário diferente de Brasília seguirão com seções abertas. Os eleitores que estão nas filas das seções eleitorais receberão senhas e poderão votar mesmo com o término do horário.

Devido ao fuso horário, a votação continua no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e Amazonas, que estão atrasados em uma hora em relação ao horário de Brasília. No Acre são duas horas de diferença.

Em Boa Vista, Cuiabá, Manaus e Porto Velho, a votação será encerrada às 18h de Brasília, e em Rio Branco, às 19h.

16h53: Boletim atualizado do TSE mostra que até as 15h35, 583 urnas eletrônicas haviam sido substituídas.

15h43: Segundo o Tribunal, entre 7h e 14h46, 604.098 eleitores que estão fora de seu domicílio eleitoral justificaram ausência às urnas por meio do aplicativo e-Título. A autoridade eleitoral diz que o app tem funcionado “adequadamente e sem instabilidade”, diferentemente do primeiro turno, quando apresentou falhas, impedindo muitos eleitores de justificar ausência através da ferramenta digital.

15h22: O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na tarde deste domingo (29) o terceiro boletim informativo a respeito do funcionamento das urnas eletrônicas. Segundo os dados preliminares, 476 equipamentos precisaram ser trocados até as 13h39, devido ao mal funcionamento.

Na 347ª zona eleitoral, na Vila Matilde, Zona Leste de São Paulo, não foi possível substituir a urna eletrônica, e foi necessária a adoção da votação manual, por cédulas. A medida está prevista nos procedimentos de contingência da Justiça Eleitoral como último recurso para não interromper a votação.

No caso das urnas eletrônicas substituídas, os votos que já haviam sido registrados na urna que teve problemas são transferidos para a urna substituta, segundo a Justiça Eleitoral. De acordo com o boletim das 14h, 0,33% das urnas usadas neste segundo turno apresentaram defeito.

(com Agência Brasil)

14h49: A corrida eleitoral em Porto Alegre foi marcada por reviravoltas. A primeira delas ocorreu na reta final do primeiro turno, quando o ex-prefeito José Fortunati (PTB) abandonou a disputa após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS) impugnar a candidatura do vice de sua chapa, André Cechinni (Patriota), por irregularidades no registro.

Naquele momento, a ex-deputada Manuela d’Ávila (PC do B) liderava as pesquisas, e Fortunati aparecia em um triplo empate técnico com seu ex-vice Sebastião Melo (MDB) e o atual prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), em uma disputa pela outra vaga para o segundo turno. Fortunati decidiu apoiar antecipadamente Melo, que disparou e encerrou a primeira etapa na dianteira, com 200.280 votos (31,02%). O candidato representa uma coalizão de sete partidos: MDB, DEM, Cidadania, Solidariedade, DC, PRTB e PTC.

No segundo turno, Melo conquistou o apoio do PP, que concorreu com o atual vice-prefeito Gustavo Paim; do PSD, de Valter Nagelstein; e do Republicanos, de João Derly. Juntos, eles receberam 47.026 votos, o equivalente a 7,28% dos votos válidos.

O prefeito Nelson Marquezan Júnior decidiu não apoiar nenhuma das candidaturas neste segundo turno, mas o PSDB, a cinco dias da votação, decidiu endossar Sebastião Melo. O tucano conquistou 136.063 votos (21,08%) no primeiro turno e a migração da maioria do seu eleitorado para o emedebista já era vista como caminho natural na disputa.

Já Manuela d’Ávila, que encerrou o primeiro turno com 187.262 votos (29,01%), conseguiu compor um arco de alianças de esquerda para o segundo turno em sua terceira tentativa de governar a capital do Rio Grande do Sul.

Melo iniciou o segundo turno com uma segura vantagem sobre sua adversária. Mas outro fato mudou o curso da disputa: o assassinato de João Alberto Freitas, homem negro de 40 anos espancado por seguranças que prestam serviço para uma unidade da rede de supermercados Carrefour, na véspera do Dia da Consciência Negra.

O episódio gerou ampla comoção e uma onda de protestos país afora. Do ponto de vista político, ele deslocou a pauta do racismo para posição de maior destaque no debate eleitoral, sobretudo na capital do Rio Grande do Sul. Neste contexto, declarações de figuras políticas que manifestaram apoio à candidatura de Sebastião Melo no segundo turno foram resgatadas pela campanha adversária e o emedebista passou a ser cobrado de uma posição de repúdio.

As últimas pesquisas mostraram um crescimento da candidatura de Manuela d’Ávila na reta final e apontam para uma disputa bastante equilibrada neste domingo.

14h32: No Recife, quinta capital com mais eleitores (1.157.324), a disputa é travada por dois herdeiros políticos do ex-governador Miguel Arraes, primos de segundo grau. A reta final da campanha na capital pernambucana foi marcada por uma intensa troca de ataques e disseminação de informações falsas sobre os candidatos.

De um lado, está João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos – morto em um acidente aéreo durante a campanha presidencial de 2014. Eleito deputado federal no último pleito, o jovem político agora tenta superar o ceticismo da pouca idade e o desgaste natural do PSB junto aos eleitores pernambucanos.

Nos bastidores, João Campos foi habilidoso no uso da estrutura de seu partido e no diálogo com distintas lideranças políticas, rifando potenciais adversários da disputa e construindo uma coligação com 12 siglas: PSB, PDT, MDB, PSD, PP, Republicanos, Avante, Solidariedade, Rede Sustentabilidade, Pros, PV e PC do B.

Mas, ao contrário do que ocorreu nas últimas eleições, os pessebistas não conseguiram a retirada da candidatura de Marília Arraes (PT) ‒ justamente o nome que hoje ameaça a continuidade do controle do partido sobre o Palácio Capibaribe Antônio Farias.

No segundo turno, a petista conquistou apoio de líderes de PTB e PL, que integraram a coligação de Mendonça Filho (DEM), e Podemos, que lançou candidatura própria no pleito ‒ Delegada Patrícia. As duas siglas veem neste pleito uma oportunidade de enfraquecer o PSB.

A disputa está muito apertada. Mas independentemente do desfecho, o pleito é mais uma sinalização das dificuldades em tirar do papel a frente ampla idealizada por lideranças de esquerda para o plano nacional. A simples tentativa do PT de avançar em território estratégico do PSB prejudica conversas sobre uma aliança futura (leia mais clicando aqui).

14h24: De acordo com as últimas pesquisas divulgadas, as disputas mais apertadas ocorriam em Cuiabá (MT), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Vitória (ES). Veja o compilado dos levantamentos e um resumo do pleito nas sete capitais com mais eleitores registrados junto ao TSE.

13h00: Guilherme Boulos, candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, saiu à varanda da sua casa na zona sul de São Paulo para cumprimentar apoiadores por volta das 12h30. O candidato, que está com Covid e por isso não irá voltar neste domingo (29), afirmou acreditar que irá virar a disputa contra o Bruno Covas (PSDB), que aparece na frente de Boulos nas últimas pesquisas: “Vai ser de virada, vai ser com emoção, vamos ganhar nos 48 do segundo tempo”, afirmou o candidato do PSOL.

12h52: O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a afirmar que o e-Título continua a funcionar de maneira satisfatória, ao contrário do 1º turno, quando eleitores reclamaram da dificuldade para justificar a ausência nas eleições. Segundo o TSE, 503 mil eleitores já justificaram por meio do app. Vale lembrar que a justificativa pode ser feita em qualquer escola eleitoral.

12h19: O Ministério da Justiça e Segurança publica afirmou que, até às 11h deste domingo (29), 18 eleitores foram presos ou detidos por suspeita de terem cometido crimes relacionados às eleições.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também divulgou um novo relatório sobre o 2º turno, informando que 368 urnas eletrônicas foram substituídas até às 11h30 deste domingo, 0,25% do total de urnas usadas.

11h58: Candidato à reeleição, o prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) votou por volta das 11h45 na zona oeste da capital paulista, ao lado do governador do Estado, João Doria (PSDB). Mais cedo, Covas acompanhou os votos da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (sem partido) e do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Em rápido pronunciamento, Covas prometeu cumprir o mandato até o fim: “Quero ser reeleito para entregar o cargo no dia 1º de janeiro de 2025”, afirmou o candidato do PSDB.

10h51: Até as 10h deste domingo (29), 194 urnas eletrônicas foram substituídas pelo país, 0,13% do total de urnas usadas neste 2º turno, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O órgão também afirmou que aplicativo e-Título está funcionando “adequadamente e sem instabilidade” para quem deseja justificar a ausência. No 1º turno, eleitores relataram dificuldades para acessar o app.

10h45: O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou para voltar em uma escola da Vila Militar, no bairro de Deodoro, na zona oeste do Rio de Janeiro, por volta das 10h40. À imprensa, Bolsonaro disse que votou em Marcelo Crivella (Republicanos), mas afirmou que, se Paes ganhar, terá um “relacionamento normal” com o candidato do DEM.

O presidente também voltou a questionar, sem apresentar provas, a confiabilidade da urna eletrônica: “A minha eleição em 2018 só entendo que fui eleito porque tive muito, mas muito voto. Tinha reclamações que o cara queria votar no 17 e não conseguia”, afirmou Bolsonaro, que voltou a defender o voto impresso.

10h42: Rival de Crivella na disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) votou às 10h30 em um colégio da zona sul carioca. Paes tenta voltar ao comando da cidade, da qual já foi prefeito entre 2009 e 2017.

10h30: Atual prefeito do Rio de Janeiro e candidato à reeleição, Marcelo Crivella (Republicanos) votou por volta das 10h em uma escola da zona oeste da capital fluminense.

9h18: Após ser diagnosticado com a Covid-19 na última sexta (27), Guilherme Boulos, candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, não deve votar neste domingo (29). Segundo a equipe de Boulos, ele está bem e sem sintomas, mas está cumprindo um período de isolamento.

9h11: Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? Sim. A Justiça Eleitoral considera cada turno das eleições uma eleição distinta, o que faz com que, mesmo que o eleitor não tenha comparecido ao primeiro turno, seja necessário participar da segunda votação – caso ela ocorra em seu domicílio eleitoral. Tire suas dúvidas aqui.

9h06: O segundo turno nas eleições para prefeito ocorre em cidades com pelo menos 200 mil eleitores registrados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso nenhum dos candidatos tenha alcançado a maioria absoluta dos votos válidos no primeiro turno – ou seja, 50% mais um, excluindo brancos e nulos.

Neste ano, sete capitais definiram seus prefeitos direto no primeiro turno, sem necessidade de nova votação entre os dois candidatos mais bem colocados: Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Natal (RN), Palmas (TO) e Salvador (BA). Outras 18 decidirão nas próximas horas.

Vale lembrar que Macapá (AP) teve as datas dos dois turnos alteradas para 6 e 10 de dezembro, em função de restrições no fornecimento de energia elétrica, que duraram 22 dias.

9h05: Neste domingo (29), 38 milhões de eleitores voltam às urnas para definir os prefeitos dos 57 municípios que terão segundo turno. O pleito ocorre em 21 unidades da federação, sendo 18 capitais. São Paulo (16) é o estado com o maior número de prefeituras com disputa em aberto, seguido por Rio de Janeiro (5) e Rio Grande do Sul (5).

9h01: Olá, iniciamos agora a cobertura em tempo real das principais notícias destas eleições municipais.

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