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Política

Bolsonaro pede para diplomatas levarem ‘a verdade’ ao mundo

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Em cerimônia de formatura de novos diplomatas do Instituto Rio Branco, no Palácio do Itamaraty, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro pediu para os novos profissionais levarem a “verdade sobre o país ao mundo”.

“Não podemos nos deixar vencer pelas narrativas, o mundo sempre esteve em guerra, mesmo que seja pelas comunicações”, disse o presidente. “A verdade me trouxe até aqui”, completou.

O Instituto Rio Branco, que completa 75 anos em 2020, é responsável por formar os diplomatas brasileiros.

A turma formada em 2020 recebeu o nome de João Cabral de Melo Neto, em homenagem ao poeta e diplomata pernambucano.

Além de Bolsonaro, do vice-presidente, Hamilton Mourão, e do titular da pasta das Relações exteriores, Ernesto Araújo, que fez um discurso duro contra a esquerda, também estavam presente na cerimônia diversos ministros do governo federal. Entre eles, o da Economia, Paulo Guedes, da Casa Civil, Walter Braga Netto, do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno.

“Precisamos que os senhores mostrem ao mundo que o Brasil está fazendo o que é certo..Estamos reformando nossa economia, cortando gastos, fazendo reformas. Também estamos combatendo a corrupção pelo exemplo, o nosso governo não tem nesses quase dois anos que se completam um só ato de corrupção”, declarou Bolsonaro.

Segundo ele, seu governo preservou a liberdade de imprensa e respeita o trabalho dos jornalistas. “Em nenhum momento ouviram desse presidente algo parecido como controle social da mídia”, comentou, em referência a uma das propostas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Apesar de tudo, nós suportamos o que vocês escrevem, sem qualquer retaliação da nossa parte”, disse Bolsonaro.

O presidente também afirmou que seu governo vai levar diplomatas de outros países à região da floresta amazônica para que vejam que não há qualquer indício de queimada.

“Não é fácil falar e levar a vedade, mas confiamos em vocês. Nós temos que lutar pelo que é nosso.”

A turma formada em 2020 recebeu o nome de João Cabral de Melo Neto, em homenagem ao poeta e diplomata pernambucano.

Além de Bolsonaro, do vice-presidente, Hamilton Mourão, e do titular da pasta das Relações exteriores, Ernesto Araújo, que fez um discurso duro contra a esquerda, também estavam presente na cerimônia diversos ministros do governo federal. Entre eles, o da Economia, Paulo Guedes, da Casa Civil, Walter Braga Netto, do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Augusto Heleno.

“Precisamos que os senhores mostrem ao mundo que o Brasil está fazendo o que é certo..Estamos reformando nossa economia, cortando gastos, fazendo reformas. Também estamos combatendo a corrupção pelo exemplo, o nosso governo não tem nesses quase dois anos que se completam um só ato de corrupção”, declarou Bolsonaro.

Segundo ele, seu governo preservou a liberdade de imprensa e respeita o trabalho dos jornalistas. “Em nenhum momento ouviram desse presidente algo parecido como controle social da mídia”, comentou, em referência a uma das propostas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Apesar de tudo, nós suportamos o que vocês escrevem, sem qualquer retaliação da nossa parte”, disse Bolsonaro.

O presidente também afirmou que seu governo vai levar diplomatas de outros países à região da floresta amazônica para que vejam que não há qualquer indício de queimada.

“Não é fácil falar e levar a vedade, mas confiamos em vocês. Nós temos que lutar pelo que é nosso.”

r7

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