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Opinião Jogo Aberto – 17 de Março de 2020

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O mundo está arrasado.

Estamos passando por pandemia como há muito não víamos. Estou falando de quem está na faixa dos 60 anos, já que a gripe espanhola conhecemos pela história. Ela aconteceu em 1918 e matou perto de 50 milhões de pessoas, tendo atingido aproximadamente 500 milhões de pessoas.

O novo coronavírus chegou à China em dezembro de 2019 e se alastrou pelo mundo. No Brasil, o competente ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já vinha adotando providências para minorar o sofrimento do brasileiro, mobilizando todas as secretarias estaduais.

A crise econômica no mundo, resultante do pânico com o coronavírus e da guerra do petróleo, chegou ao Brasil e, certamente, vai interferir nas reformas em discussão.

Há, inegavelmente, um clima de pânico no Brasil e no mundo, mas não se pode negar que existam grandes interesses econômicos envolvidos na crise. Aqui, já estamos acostumados a esse tipo de jogo. Aliás, o Brasil poderia estar em outro patamar, mas a nossa elite dominante parece não querer que o país torne-se uma das potências mundiais. No Brasil, isto é evidente, há interesses inconfessáveis. Impedem que avancemos no desenvolvimento econômico e social, e agora começamos a colocar em risco nossa democracia.

A corrupção, estimulada pela impunidade, sempre atravancou o nosso crescimento. Há que se dizer que o hoje ministro Sergio Moro, ainda como juiz em Curitiba, deu início ao processo da Lava Jato, numa tentativa de estancar a corrupção desenvolvida na época Lula, como nunca se tinha visto por aqui, é que assustou o mundo político. Mas parece que agora a Lava Jato esta sendo estancada. Moro arrefeceu sua sanha por justiça, abrandando o discurso anticorrupção. O atual governo chegou com esse propósito. O Brasil merece um presente e um futuro melhores.

No campo da corrupção não se pode baixar a guarda. É preciso vigilância constante. De nada adianta o argumento dos convertidos de que não se ouve falar em corrupção dos atuais governantes, inclusive nos Estados. Corrupção não é algo que salte às vistas nos primeiros momentos. É ato silencioso que, quando aparece, está totalmente consumado. Não foi assim no governo Lula? No governo Dilma foi identificada com mais rapidez, pois era, na prática, a sequência do que vinha acontecendo.

O poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente”, dizia o historiador católico Lord Acton. É bom ficarmos atentos, lembrando sempre que a corrupção não é mal que ataca apenas alguns dos Poderes. Ao contrário, atinge a todos, embora seja verdade que a alguns com mais força, até por serem os que controlam as verbas. Já que estamos em tempo de forte influência da religião na política, lembrem-se de Mateus 26.41: “Vigiai e orai”.

 

Por Marco Aurélio

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