agronegócios

Soja caminha de lado na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira à espera do relatório do USDA

Na manhã desta terça-feira (11), os futuros da oleaginosa, por volta de 9h30 (horário de Brasília), recuavam de 0,50 a 0,75 ponto nos principais contratos, levando o março a US$ 8,83 e o maio a US$ 8,96 por bushel

Em dia de novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado da soja caminha de lado na Bolsa de Chicago. Na manhã desta terça-feira (11), os futuros da oleaginosa, por volta de 9h30 (horário de Brasília), recuavam de 0,50 a 0,75 ponto nos principais contratos, levando o março a US$ 8,83 e o maio a US$ 8,96 por bushel.

O mercado espera pelos novos números de oferta e demanda que serão reportados às 14h (Brasília), porém, sem expectativa de grandes mudanças. Os dados mais esperados são os de exportações e estoques finais norte-americanos e o da safra do Brasil. A Conab já trouxe seu número nesta manhã de hoje em 123,2 milhões de toneladas.

Paralelamente, os traders continuam a acompanhar as preocupações com as chuvas atrapalhando os trabalhos de colheita no Brasil e os temores sobre o surto do Coronavírus, que já matou mais de 1 mil pessoa somente na China. Na análise de alguns especialistas, caso a epidemia não seja logo controlada poderia impactar severamente no crescimento econômico da China e, consequentemente, na economia global.

“São momentos de grandes incertezas mundiais, mas que pelo menos por enquanto, no caso do Brasil não está atrapalhando o bom nível de preços de soja e milho, sendo praticados, seja para 2020 como também para 2021”, diz Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar.

Fonte: Notícias Agrícolas

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