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Opinião Jogo Aberto – 06 de Setembro de 2019

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Vetos, procuradoria e uma MP que vai esvaziar os cofres do Psol e do PCdoB

Começa nesta sexta-feira (6) a dieta líquida do presidente Jair Bolsonaro, que é uma preparação para mais uma cirurgia. Essa é quinta vez que abrem a barriga dele, contando a facada de Adélio Bispo. A cirurgia é para corrigir um esgarçamento da musculatura abdominal, que a gente chama de hérnia, e para colocar uma tela.

Antes de se encaminhar para o hospital, Bolsonaro tomou no último dia decisões que estávamos esperando. Uma é a nomeação do novo procurador-geral da República, no lugar de Raquel Dodge. Na verdade o presidente não nomeia, ele indica porque quem decide é o Senado no plenário.

Augusto Aras é um baiano de 60 anos e está há mais de 30 no Ministério Público. Ele é formado na PUC-BA em Direito, fez mestrado na UFBA e doutorado na PUC-SP. Aras é subprocurador há bastante tempo, atuando em diversas áreas. Ele foi escolhido entre muitos. O presidente Bolsonaro não conhecia ninguém e chamou muita gente para conversar e tomou a decisão.

Bolsonaro tomou outra decisão ouvindo o ministro da Justiça, Sergio Moro, o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e o chefe da Advocacia-Geral da União, Andre Mendonça. Em 108 dispositivos desta abusada lei do Abuso de Autoridade, Bolsonaro veta 36 dispositivos.

Os outros itens ficam porque têm clareza, objetividade e são justos. Mas alguns são exagerados para proteger bandido. Chega de proteção de bandido aqui no Brasil.

Inclusive agora parece que prenderam o assassino do turista chinês em Ipanema e é um menor de idade. Essa é outra lei para proteger bandido, e estimular o crime pela impunidade. A gente desestimula e dissuade o criminoso mostrando a força da lei. Talvez por isso tenha caído em 21% o número de homicídios no primeiro semestre no Brasil.

Embora a senhora Bachelet tenha se queixado da polícia, e não dos bandidos que matam tanta gente no Brasil. Aliás, são mortos em média 500 policiais por ano no Brasil – o lugar onde mais se mata policial.

No Senado, o ambiente é altamente favorável à reforma da Previdência. Aquela PEC paralela, que vem para complementar a principal proposta, já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça.

Há um espírito muito favorável para a reforma da Previdência. Tomara que permaneça esse espírito em relação à atualização das leis trabalhistas e à reforma Tributária. Isso já aconteceu com a lei de Liberdade Econômica.

Isso tudo abre caminho para o empresário, que não pode ficar esperando favores, não pode ficar passivo e nem ficar acreditando em notícias de pessimismo. Se isso acontecer, ele vai ficar parado – e ficar para trás. Isso acontece e a gente está vendo. Intrigante essa retração da indústria durante tanto tempo.

Ainda hoje (6), na despedida de Bolsonaro antes da cirurgia, ele deve assinar uma medida provisória que trata de facilitar a carteirinha estudantil, que tem sido uma forma de encher cofre de entidades supostamente estudantis, mas que na verdade são diretórios do PCdoB e do PSOL, os dois partidos de esquerda mais radicais do Brasil.

Houve um acordo sobre o uso fundo da Petrobras com as multas nos Estados Unidos, cerca de R$ 2,5 bilhões que tem que ser aplicados aqui no Brasil. Será R$ 1 bilhão aplicado na proteção da Amazônia. O outro R$ 1,5 bilhão vai para o ensino brasileiro. Poderíamos aplicar tudo no ensino básico brasileiro e na formação e na remuneração de professores.

Por Marco Aurélio

 

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