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Carille diz que Corinthians pode “pensar alto” no Brasileirão e crava Gabriel como titular do time

Vitória sobre o Botafogo, em Itaquera, mantém o Timão no bloco de cima da tabela

A vitória do Corinthians sobre o Botafogo, neste sábado, em Itaquera, mantém o Timão na cola dos primeiros colocados – a equipe está na quinta colocação, com 27 pontos. Depois do jogo, o técnico Fabio Carille falou sobre o bom momento e das ambições no Campeonato Brasileiro.

– Temos que pensar sempre alto. Cada dia é um dia. Agora temos que nos voltar para a Sul-Americana e somando pontos, continuar nesse bloco de cima. Na rodada passada ganhamos um ponto. Vamos ver se conseguimos manter o equilíbrio, os resultados e ver lá na frente – falou.

Na próxima quinta-feira, o Corinthians dá um tempo no Brasileirão e recebe o Fluminense, na Arena, para a partida de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana. Na entrevista após a vitória sobre o Botafogo, aliás, o técnico cravou Gabriel como titular.

– O Gabriel, hoje, é o titular. Tem feito seu papel e jogado muito bem. Tem o Ralf voltando, o que é bom em um período mais para frente. Cada um dentro de suas características. Vamos analisar o Fluminense. A ideia de jogo não muda, mas posso mudar as características – comentou Carille.

Carille durante a vitória do Corinthians sobre o Botafogo — Foto: Marcos Ribolli

Carille durante a vitória do Corinthians sobre o Botafogo — Foto: Marcos Ribolli

O técnico ainda falou sobre o crescimento do time após a Copa América – ainda não perdeu, com quatro vitórias e três empates no Brasileirão.

– Acho que as coisas estão acontecendo no momento certo. Acredito que tenha espaço para crescer mais ainda. Chegamos em uma situação muito boa para um mata-mata contra o Fluminense, um time que exige bastante concentração. Nós estamos preparados para fazer um grande jogo e avançar – acrescentou.

Pelo Campeonato Brasileiro, o Corinthians volta a campo no domingo, dia 25, para encarar o Avaí, às 19h, no estádio da Ressacada, em Florianópolis.

Veja outros tópicos da entrevista de Carille:

Sobre a atuação do Timão

– Um jogo bastante consistente, principalmente no primeiro tempo, finalizando 14 vezes contra uma do adversário. Botafogo teve mais posse, mas porque o Diego Souza saiu dos zagueiros para buscar a bola. Seguimos tranquilos. Muito feliz pelo resultado e desempenho.

Mudanças no time

– As escolhas se fazem muito pela sequência. O Clayson hoje é titular, mas é o único jogador que tenho para o um a um na quinta. Foi pensado o início do Everaldo ali, para não correr risco. Da forma que o Botafogo joga, acreditei que teríamos muitos cruzamentos. Boselli é mais área que o Love. O Botafogo tem incomodado os adversários na bola aérea. Com Vital, fico mais solto, tenho o um contra um, drible e saída rápida. Não tem tanto a parte defensiva, mas estou cobrando. Não mudo o sistema. Achamos o time depois da Copa América com esses três assim, jogando um do lado outro. Estou fazendo mudanças pensando no momento e sequência.

Pedrinho, o melhor em campo

– Acompanho ele desde o sub-17, nunca o vi jogar por dentro. Eu nunca vi. Acho que para jogar com o Pedrinho de meia, preciso ter dois jogadores de lado agudos, e não tenho. Ele dá muita combinação de jogo com o Fagner. É inteligente, dá jogo. A gente vê as equipes adversárias preocupadas com esse lado.

Mateus Vital e Sornoza

– Eu estou muito feliz com o Sornoza, amigos. Vai das características, dependendo do jogo. Eu não tenho 11 titulares. Estou satisfeito com o que ele tem feito. Tenho cobrado que futebol hoje não é só bola no pé. O Sornoza, hoje, é um dos meus titulares.

Sobre a pausa da Copa América

– Eu vou falar sobre isso outra vez. Eu, durante o primeiro semestre, trabalhei com 25 jogadores pela primeira vez, que também estavam trabalhando juntos. Muitos jogos foram na base da conversa. O que eu mais lamento na parada foi não ter Everaldo e Clayson juntos. Tive só o Clayson para o último amistoso. Não tive o Everaldo em momento algum. Mas repeti muitas coisas com bola, sem bola, algumas jogadinhas que fazem a diferença nos momentos decisivos. A resposta está bem legal. Esporte coletivo requer tempo. Não é do dia para a noite. O título de 2017, que foi meu primeiro ano, mostrou. Só chegaram o Jô e Pablo, e acrescentaram muito. Futebol requer tempo, tive 21 dias para trabalhar e foi muito proveitoso.

Melhores momentos: Corinthians 2 x 0 Botafogo pela 15ª rodada do Brasileirão

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GE

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