agronegócios

Quarta-feira começa com desvalorização para o milho na Bolsa de Chicago

As principais cotações registravam desvalorizações entre 3,25 e 3,75 pontos por volta das 09h01 (horário de Brasília)

A quarta-feira (26) começa com os preços internacionais do milho futuro em viés de baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 3,25 e 3,75 pontos por volta das 09h01 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,44, o setembro/19 valia US$ 4,49 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,54.

Segundo analise de Tony Dreibus da Successful Farming, os grãos ficaram um pouco mais baixos durante a noite, em resposta aos últimos números de estoques trimestrais de grãos e no aguardo dos próximos relatórios de áreas total plantada que serão divulgados na sexta-feira.

Segundo informações da Agência Reuters, analistas consultados classificaram os estoques de milho em 5,33 bilhões de bushels (159,9 milhões de toneladas) em junho, ante 5,31 bilhões de bushels (159,3 milhões de toneladas) no ano anterior.

O mercado agora aguardo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que deve divulgar suas estimativas de área de plantio no final desta semana. Os analistas esperam uma área de milho de cerca de 86,7 milhões de acres (34,68 milhões de hectares), bem abaixo da estimativa de junho da World Agricultural Supply and Demand Estimates.

Confira como fechou o mercado na última terça-feira:

Cotações do milho registram leves altas em Chicago nesta terça-feira

A terça-feira (25) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro apresentando cotações mistas na Bolsa de Chicago (CBOT). As cotação mais recentes registraram altas entre 0,25 e 1,25 pontos, enquanto os contratos com maior prazo (para o ano que vem) apontaram quedas de até 3,00 pontos.

O vencimento julho/19 foi cotado à US$ 4,47, o setembro/19 valeu US$ 4,53 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,57.

Segundo informações da Agência Reuters, o contrato futuro do milho de Chicago subiu pelo segundo dia consecutivo nesta terça-feira, depois que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) afirmou que a condição dos EUA se deteriorou na semana passada após a chuva.

Agora a tendência é que os comerciantes de milho continuem focados no clima dos Estados Unidos após chuvas históricas nesta primavera que paralisaram a semeadura da cultura.

“É possível que os 4 milhões de acres (1,618 milhões de hectares) restantes de milho não sejam plantados”, disse Karl Setzer, analista de mercado da Agrivisor.

O USDA deve atualizar os números de estimativa de plantio na próxima sexta-feira (28) e é isso que o mercado irá aguardar até lá, de acordo com Ben Potter, analista da Farm Futures.

“Antes do esperado relatório anual do USDA, na sexta-feira de manhã, os analistas esperam que a agência mostre 87,03 milhões de acres (34,8 milhões de hectares) de milho. Isso é nitidamente abaixo das estimativas de março do USDA de 92,79 milhões de acres (37,1 milhões de hectares) e 2018 de 89,13 milhões de acres (35,6 milhões de hectares).

Mercado Interno

Já no mercado físico brasileiro a terça-feira registrou cotações sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as únicas praças que apresentaram valorização foram Rio Verde/GO e Jataí/GO (3,51% e preço de R$ 29,50).

As desvalorizações foram percebidas em São Gabriel do Oeste/MS (1,82% e preço de R$ 27,00), Campo Novo do Parecis/MT (2,17% e preço de R$ 22,50) e Castro/PR (2,63% e preço de R$ 37,00).

A XP Investimentos aponta que o mercado de grãos segue sem comprador e sem vendedor, mantendo o olho no que acontece em Chicago.

“Apesar da qualidade abaixo da média das lavouras de milho americano, os fracos números de exportação EUA x China e a crescente de animais eliminados pela peste suína africana (AFS) em território asiático (demanda menor) amenizam novas valorizações significativas”, dizem os analistas.

Enquanto isso, no Brasil, a colheita da segunda safra segue em pleno vapor. No Paraná, o Deral mensura em 21,0% do total, melhor início da história. No Mato Grosso, o IMEA apontou 24,66% na última sexta-feira (21), 2º melhor início entre todas as safras brasileiras.

Fonte: Notícias Agrícolas

 

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