agronegócios

Plantio americano continua incerto e milho tem leves baixas na Bolsa de Chicago nessa terça-feira

As principais cotações registravam desvalorizações 0,50 e 0,75 pontos negativo por volta das 09h26 (horário de Brasília)

A terça-feira (23) começa com os preços internacionais do milho apresentando leves baixas, muito próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações 0,50 e 0,75 pontos negativo por volta das 09h26 (horário de Brasília). O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,54, o julho/19 valia US$ 3,63 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,70.

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão tentando se reerguer após as quedas de segunda-feira. O plantio de milho também continua lento, com apenas 6% dos acres semeados, metade da média de cinco anos, com muitos estados mal iniciados, de acordo com o relatório de Progresso das Safras.

“O milho está tentando manter o plantio, mas os comerciantes ainda não estão mordendo, acreditando que a colheita pode ser plantada rapidamente graças à tecnologia moderna. Fontes antigas de colheita também estão limitando os ganhos”, aponta Knorr.

Veja como foi o relatório de plantio divulgado pelo USDA:

Segunda-feira termina com milho desvalorizado na Bolsa de Chicago

A segunda-feira (22) chegou ao final com quedas nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações apresentaram desvalorizações entre 3,75 e 4,00 pontos negativos.

O vencimento maio/19 foi cotado à US$ 3,54, o julho/19 valeu US$ 3,63 e o setembro/19 foi negociado por US$ 3,71.

Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho sofreram algumas quedas seguindo o exemplo do trigo, e com uma pressão adicional de queda devido a um aumento esperado no progresso do plantio, que avançou após previsões mais quentes e relativamente secas no final desta semana.

“Antes do relatório de progresso de safra do USDA, os analistas esperam que a agência mostre que o progresso do plantio de milho chegará a 7% até 21 de abril, acima dos 3% da semana anterior”, aponta Potter.

Ainda nessa segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os americanos embarcaram 1.353,114 milhão de toneladas de milho. O volume é ligeiramente maior do que o da semana anterior e fica acima do intervalo esperado pelo mercado de 800 mil a 1,1 milhão de toneladas. Em todo o ano comercial, os embarques do cereal são de 33.279,035 milhões de toneladas, acima de pouco mais de 29 milhões da temporada anterior.

Mercado Interno

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a valorização apareceu somente na praça de Londrina/PR (1,96% e preço de R$ 26,00).

As desvalorizações foram percebidas em Campinas/SP (1,36% e preço de R$ 35,46), Rondonópolis/MT (1,75% e preço de R$ 28,00), São Gabriel do Oeste/MS (1,89% e preço de R$ 26,00), Alto Garças/MT (3,85% e preço de R$ 25,00), Itiquira/MT (3,85% e preço de R$ 25,00) e Primavera do Leste/MT (4,00% e preço de R$ 24,00).

De acordo com a XP Investimentos, o mercado físico abre mais uma semana em baixa. Nesta segunda-feira, a dinâmica permanece com compradores retraídos e vendedores precisando fixar seus lotes.

O fluxo de cargas do centro-oeste e de Minas Gerais ainda aparece, dado a necessidade de segurar a soja nos silos e armazéns, por conta das baixas referências. Nos campos, o bom volume de chuvas conduz um desenvolvimento das lavouras de inverno animador e os números finais de safra devem ficar próximos aos maiores da história.

O cenário externo também é baixista, com estoques elevados, superproduções e baixo demanda de rações.

Fonte: Notícias Agrícolas

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