agronegócios

Implicação do bicho-mineiro, dificuldade de controle, vigorosidade de Durivo

BICHO-MINEIRO: DIFÍCIL DE SE CONTROLAR, MAS NÃO IMPOSSÍVEL.

Algumas pragas têm o poder de causar grandes estragos ao café. E o bicho-mineiro é, provavelmente, a maior delas. Com incidência maior em regiões quentes, como o cerrado, a alta proliferação de gerações, que aumenta a população total do inseto, coloca em risco a produtividade da safra. E não se engane: sua atuação não está restrita a algumas regiões. Ela coloca todos os cafeicultores em alerta a cada safra.

O bicho-mineiro é, na verdade, a larva de uma mariposa muito pequena, com tamanho máximo de 6mm e cor predominantemente prata. Durante o seu ciclo, a larva “mina”, ou seja, suga as folhas da plantação de café para se alimentar. Este processo causa uma necrose na folha, que termina por cair. E é aí que mora o problema.

Mas esse cenário está com os dias contados. Para auxiliar o cafeicultor, a Syngenta desenvolveu um inseticida chamado Durivo, que promete ir além do simples controle de pragas e oferece também um aumento no vigor do café.

Com aplicação no solo, o produto é absorvido e chega até a copa do café. O principal diferencial, porém, está abaixo do solo, nas raízes. Os dois princípios ativos presentes na composição de Durivo auxiliam em seu desenvolvimento. Por consequência, o pé de café ganha mais vigor com aumento muito perceptível no número de folhas, fazendo com que ele se torne mais saudável e produtivo.

Essa vigorosidade é o grande diferencial do produto. Para manter seu cafezal ancorado na produtividade e conhecer mais informações, acesse https://goo.gl/9UY5sf.

Fonte: Make Syngenta

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