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Eleições 2018

Deputado estadual de Rondônia foi o grande vencedor em 2018; ele ganhou três vezes

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Não vai acontecer

Rondônia escolheu o desconhecido Marcos Rocha para comandar o Estado pelos próximos quatro anos. E vamos ter problemas já a partir deste ano com a equipe de transição que deve ser anunciada ainda esta semana, e ainda com o próprio governador eleito, que desconhece totalmente os problemas do Estado. Como ele tudo é, “vou falar com Bolsonaro”. Pois é, ele vai ter que falar, e muito. Até para evitar algumas declarações absurdas como a que foi dada em sua primeira entrevista após a divulgação do resultado oficial sobre as dívidas do Beron e da Ceron.

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Segundo Rocha

A União deve para o Estado e o Estado para a União, então como ele já “conversou com Bolsonaro”, a idéia é fazer um encontro de contas. Isso não vai acontecer. São dívidas distintas, elementos e rubricas diferentes, com órgãos diferentes, juros e multas completamente assimétricos, não há comunicação entre elas. Cada assunto deve ser tratado separadamente. O que Marcos Rocha declarou, demonstra seu total desconhecimento da realidade do Estado e falta de preparo para a função.

Hora de aprender

Marcos Rocha precisa montar uma equipe técnica altamente preparada para lidar com os problemas financeiros do Estado, do contrário os salários do serviço público vão começar a atrasar já no seu primeiro mês de governo, e isso não é exagero nem previsão alarmista. O caixa do Estado está no vermelho, Daniel Pereira conseguiu, após muitas idas à Brasília, garantir a manutenção dos recursos para pagamento de salários, mas a tendência é a situação apertar em novembro e dezembro.

Vai ser difícil

O novo governador terá dificuldades em reunir essa equipe. A burocracia estatal exige conhecimento e o primeiro ano é sempre complicado, até porque muita gente acha que “sabe” ou que “conhece” e termina atrapalhando o que já é complicado. Rondônia carece de mão de obra qualificada, o que tem muito por essas bandas é curioso que se diz “entendido”. Confúcio Moura passou por isso, tentou “reinventar a roda” e tudo que conseguiu foi bagunçar as contas e jogar Rondônia em um endividamento que vai ser difícil de sair.

E o cordão dos puxa-sacos?

Esse está grande. Nas redes sociais tem gente até ameaçando os outros por um carguinho no novo governo. Realmente, tem coisa que não muda mesmo.

Ministério

Eleito senador em primeiro lugar, Marcos Rogério (DEM) pode assumir um ministério no governo de Jair Bolsonaro. O deputado federal de Rondônia, que chega a Brasília em fevereiro como Senador poderá ocupar um posto de primeiro escalão na gestão Bolsonaro pelo alinhamento ideológico e proximidade.

Deu ruim

O secretário de Justiça foi afastado no fim de semana. Se ele estava ou não captando recursos para a campanha de Marcos Rocha através de seu assessor, Thiago Muzuko, isso só uma investigação vai detalhar. Adriano de Castro, segundo informação oficial, pediu afastamento até que o caso seja apurado.

Advocacia em Primeiro Lugar

Chamou  atenção o lançamento da chapa “Advocacia em Primeiro Lugar”. Cerca de 1.500 pessoas se fizeram presente no evento de lançamento que marcou o lançamento oficial da chapa liderada pelo Advogado Elton Assis. O Evento demonstrou que Elton tem perfil de aglutinação e diálogo, com participação de vários segmentos da advocacia, principalmente das mulheres advogadas e jovens advogados. Foi a Coluna Painel Político o primeiro veículo de comunicação e levantar a hipótese de Elton se tornar candidato a Seccional, à época Elton já tinha mais de 25 anos na advocacia, já havia participado de diversas comissões  e do conselheiro estadual e há seis anos, é conselheiro federal, gozando de enorme prestígio junto ao Conselho Federal da OAB.

Saiu maior

O deputado estadual Luizinho Goebel foi o grande vencedor destas eleições. Apenas em 2018 ele venceu três. Elegeu Eduardo Japonês em Vilhena, na eleição suplementar. Com isso, desarticulou a família Donadon politicamente. Em seguida garantiu a própria reeleição e bancou politicamente o apoio à candidatura de Marcos Rocha ao governo no segundo turno. O deputado vilhenense, com isso, ganhou uma estatura que muitos duvidavam que conseguiria. Em Vilhena, onde reside, Luizinho leva uma vida simples e é muito bem quisto na cidade. E na Assembleia Legislativa vem sendo apontado como possível presidenciável. À conferir.

Pesquisadores mostram novo teste para detectar tuberculose em crianças

Cientistas revelaram no último dia 25, um novo teste para detectar a tuberculose em crianças. Uma equipe multinacional que trabalha na Fundação KNCV de Tuberculose em Haia, na Holanda, desenvolveu um método simples para analisar as amostras de pessoas com menos de cinco anos. O método, que pode ser aplicado em comunidades remotas, substitui os atuais, que são invasivos e só podem ser praticados em grandes centros hospitalares. Calcula-se que 240 mil crianças morrem por tuberculose a cada ano. Se a doença for diagnosticada a tempo e receber tratamento pode ser curada e é pouco mortal entre os mais jovens. Cerca de 90% das mortes por tuberculose se deve a casos que não receberam tratamento. O teste usado nos dias de hoje, se baseia em uma amostra de fleuma da traqueia inferior fornecida pelo paciente. A amostra depois é analisada por uma máquina especial, que posteriormente dá um resultado. Entretanto, como as crianças com menos de cinco anos não expulsam a fleuma, os médicos precisam fazer a extração de uma mucosidade pegajosa com um invasivo e doloroso procedimento que requer a permanência noturna do paciente no hospital. Os pesquisadores encontraram na Indonésia e na Etiópia um método para analisar a amostra da mesma maneira, sem que seja preciso ser transferido para um grande centro hospitalar. Os resultados dos ensaios foram revelados na quinta-feira em Haia, em uma conferência global sobre a saúde pulmonar. Petra de Haas, consultora de laboratório na Fundação KNCV, disse que o teste poderá salvar muitas das 650 crianças que morrem diariamente de tuberculose. A tuberculose matou pelo menos a 1,7 milhão de pessoas em 2017, segundo a Organização Mundial de Saúde, sendo a doença transmitida por via respiratória que mais mata no mundo. Apesar do enorme número de mortes, a tuberculose recebe somente 10% do financiamento global dirigido para a pesquisa do HIV/Aids.

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