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Milho: Mercado realiza lucros em Chicago nesta 6ª feira após intenso avanço no pregão anterior

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Nesta sexta-feira (13), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago voltam a recuar e, por volta de 9h30 (horário de Brasília), perdiam entre 2,75 e 3,25 pontos, com o setembro/18 valendo US$ 3,43 por bushel

Segundo explicam analistas e consultores internacionais, o recuo vem como uma forma de correção após o avanço de mais de 1% na sessão anterior, quando o mercado reagiu aos bons números que chegaram do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu boletim mensal de oferta e demanda.

O USDA elevou as projeções de exportação dos Estados Unidos de 53,34 para 56,52 milhões de toneladas e os dados foram muito bem recebidos pelos traders.

“Um relatório altista do USDA está dando lugar ao potencial de aumento da produção sem ameaça climática à vista até o fim da polinização”, diz o analista sênior do portal internacional Farm Futures, Bryce Knorr.

Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira, por Jhonatas Simião:

Milho: Mercado sobe mais de 1% na CBOT nesta 5ª feira com repercussão de relatório do USDA

Os futuros do milho se recuperaram nesta quinta-feira (12) na Bolsa de Chicago (CBOT). O mercado avançou com a estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de elevação nas exportações dos Estados Unidos o suficiente para compensar uma perspectiva de alta colheita, segundo a Reuters internacional.

O vencimento julho/18 encerrou a sessão com alta de 5,50 pontos, cotado a US$ 3,36 por bushel, enquanto o setembro/18 registrou US$ 3,45 por bushel e alta de 5,25 pontos. O dezembro/18 finalizou o pregão a US$ 3,58 por bushel e o março/19 anotou US$ 3,70 por bushel.

O USDA elevou as projeções de exportação dos Estados Unidos de 53,34 para 56,52 milhões de toneladas e uma produção também atualizada de 117,3 milhões de toneladas, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira. Os estoques finais americanos do cereal foram estimados em 39,43 milhões de toneladas.

A produção de milho no Brasil ficou inalterada em 96 milhões de toneladas e as exportações também não mudaram, com 31 milhões de toneladas. Já os estoques finais subiram de 8,72 milhões de toneladas para 9,22 milhões de toneladas. No mundo todo, a previsão é de uma produção de 355,24 milhões de toneladas.

Segundo informa o site internacional Farm Futures, os analistas de mercado esperavam a produção de milho um pouco mais alta do que a estimada. Por outro lado, a repercussão nos preços parece ter sido mais precificada anteriormente.

Mercado interno

Seguindo a trajetória da véspera, as cotações internas do milho tiveram mais um dia de boa movimentação. Nesta quinta-feira, a saca caiu 4,17% em Jataí (GO), fechando a R$ 23,00. Já em Campinas (SP), a saca do cereal fechou estável, a R$ 36,60.

Na região de Sorriso (MT), houve uma queda de 2,63%, com saca cotada a R$ 18,50. Já em Ponta Grossa (PR), o cereal fechou estável, a R$ 35,00. Enquanto que no Oeste da Bahia subiu 3,13% e fechou o dia com saca a R$ 33,00.

Data de Publicação: 13/07/2018 às 11:10hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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