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Milho: Após feriado, mercado inicia semana em campo positivo na CBOT e se aproxima dos US$ 4,00 por bushel

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As principais posições da commodity exibiam ganhos entre 3,25 e 3,50 pontos, por volta das 8h54 (horário de Brasília)

As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a semana com ligeiras valorizações. As principais posições da commodity exibiam ganhos entre 3,25 e 3,50 pontos, por volta das 8h54 (horário de Brasília). O vencimento maio/18 era cotado a US$ 3,91 por bushel, enquanto o julho/18 operava a US$ 3,99 por bushel.

O mercado dá continuidade ao movimento positivo registrado no final da última semana, antes do feriado da sexta-feira. Na última quinta-feira, os preços subiram mais de 3%, impulsionadas pela projeção de redução na área cultivada com o cereal nos Estados Unidos na próxima temporada.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou a área plantada com o grão em 35,61 milhões de hectares. Os participantes do mercado estimavam a área entre 35,77 a 36,83 milhões de hectares.

Ainda hoje, o departamento americano reporta seu novo boletim de embarques semanais. O relatório é um importante indicador de demanda e pode influenciar o andamento das negociações nesta segunda-feira.

Veja como fechou o mercado na última quinta-feira:

Milho: Mercado sobe 3% nesta 5ª feira na CBOT após USDA indicar queda na área cultivada nos EUA

O pregão desta quinta-feira (29) foi de forte alta aos preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). Os principais contratos da commodity finalizaram o dia com ganhos de mais de 14 pontos, uma valorização de mais de 3%. As posições mais distantes retomaram o patamar de US$ 4,00 por bushel, com o setembro/18 a US$ 4,03 por bushel.

O maio/18 era cotado a US$ 3,87 por bushel, já o julho/18 encerrou a sessão a US$ 3,96 por bushel. O dezembro/18 também subiu e terminou a quinta-feira negociado a US$ 4,11 por bushel.

“Os preços subiram mais de 3% após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) surpreender os comerciantes ao projetar um declínio na área plantada com o cereal na nova safra no país”, destacou a Reuters internacional.

Ainda hoje, o departamento americano confirmou a queda esperada pelos investidores na área plantada com o milho. O número ficou em torno de 35,61 milhões de hectares.

A expectativa dos participantes do mercado giravam em torno de 35,77 a 36,83 milhões de hectares. No ano passado, os produtores americanos cultivaram 36,5 milhões de hectares com o grão.

Paralelamente, os números dos estoques trimestrais também contribuíram para a formação do cenário. Na posição 1º de março, os estoques ficaram em 225,7 milhões de toneladas de milho. No ano anterior, o número era de 219,01 milhões de toneladas.

As estimativas estavam entre 215,9 milhões de toneladas a 226,07 milhões de toneladas do cereal.

Mercado interno

Enquanto isso, no mercado doméstico, a quinta-feira foi de estabilidade aos preços do cereal. Conforme levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, o preço subiu 3,45% em Rondonópolis (MT), com a saca a R$ 30,00.

Em Brasília, a alta foi de 3,03%, com a saca a R$ 34,00. No Oeste da Bahia, a saca do milho subiu 1,79% e terminou o dia R$ 28,50. Já no Porto de Paranaguá, a saca futura subiu 1,49% e fechou o dia a R$ 34,00.

Ao longo dessa semana, as atenções dos participantes do mercado estavam voltadas aos rumores de importação de milho no mercado brasileiro. As especulações indicam a compra de mais de 1 milhão de toneladas dos EUA e da Argentina, porém, o volume poderia ser mais alto.

Esse cenário acabou pressionando negativamente os preços praticados no mercado doméstico, conforme ponderam os analistas. A safra também continua no radar dos investidores. A colheita da primeira safra chega a 51% da área cultivada no centro-sul do país, segundo levantamento da AgRural.

O plantio da safrinha já foi finalizado no centro-sul do Brasil, ainda segundo dados da consultoria. Os produtores deverão colher uma safrinha próxima de 64 mi de toneladas nesta temporada.

Data de Publicação: 02/04/2018 às 10:50hs
Fonte: Notícias Agrícolas
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