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Polícia

Sábado, 27 Dezembro de 2025 – 17h11 | Redação


A Polícia Civil prendeu preventivamente, em Porto Velho, Magno dos Santos Batista após a conclusão de que a morte da esposa dele, Luciana dos Santosnão foi suicídio, como inicialmente alegado, mas provocado por estrangulamento. O avanço da investigação, sustentado pelo laudo do Instituto Médico Legal, apontou que a vítima morreu por asfixia, afastando definitivamente a hipótese de execução.

O crime ocorreu no último dia 18 em Campo Novo de Rondônia e a prisão preventiva foi cumprida durante o Natal, após o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Civil. No curso da purificação, o pesquisador identificou contradições no depoimento do suspeito e acessou o celular dele com autorização, encontrando pesquisas que reforçaram a suspeita de feminicídio.

Entre os registros localizados no histórico de buscas havia questionamentos como “Como proceder após suicídio da esposa?”, “Se mexer no cadáver ele pode fazer barulho?” e “Quando a pessoa morre se vira o olho?”. Uma das pesquisas foi realizada no dia anterior ao crime e tratou do que a Bíblia diz sobre suicídios.

Em depoimento, Magno afirmou que teve uma discussão com a esposa, que teria ficado alterado, e que depois foi dormir. Segundo essa versão, ao acordar, encontrei uma companheira forçada com uma corda. No entanto, a análise do celular revelou mensagens enviadas no período em que ele declarou estar dormindo.

No dia dos fatos, Magno chegou a ser detido, mas acabou liberado por falta de provas técnicas naquele momento. Em seguida, foi instaurado inquérito para apurar se a morte ocorreu por suicídio ou homicídio.

Com a concluir pericial descartando a execução, o Ministério Público de Rondônia solicita a prisão preventiva do investigado. O pedido foi aceito pela Justiça, e o mandato foi cumprido pela Polícia Civil.

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