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Política

Campos Neto não está à altura de presidente de banco de país sério, diz Maia

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acusou o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, de vazar para a imprensa informações sobre a conversa que tiveram na 4ª feira (28.out.2020).Em seguida, Maia afirmou ter recebido ligação do chefe do banco estatal e voltou atrás nas críticas proferidas.Na manhã desta 5ª (29.out),…

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Campos Neto não está à altura de presidente de banco de país sério, diz Maia

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acusou o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, de vazar para a imprensa informações sobre a conversa que tiveram na 4ª feira (28.out.2020).

Em seguida, Maia afirmou ter recebido ligação do chefe do banco estatal e voltou atrás nas críticas proferidas.

Na manhã desta 5ª (29.out), o presidente da Câmara escreveu publicação no Twitter com críticas ao presidente do BC. O deputado afirmou que a suposta atitude de Campos Neto não estaria “à altura de 1 presidente de banco de 1 país sério”.

Pouco mais de uma hora após a acusação a Campos Neto, Maia voltou às redes sociais. “Diante da palavra do presidente, o vazamento certamente foi provocado por terceiros. Deixo aqui registrada a ligação e a confiança que tenho nele”, escreveu.

Diversos veículos de imprensa noticiaram o encontro entre os presidentes da Câmara e do BC. O jornal Valor Econômico disse que Campos Neto pediu “trégua na turbulência política” a Rodrigo Maia. O deputado afirmou, em entrevista ao jornal, que não é o responsável por travar as votações no Congresso.

“Só relatei [ao Campos Neto] o que está acontecendo. Estou toda semana pautando a Câmara, tentando botar a coisa para funcionar. Se tem alguém que está fazendo isso [travando as votações], não sou eu”, declarou.

O jornal O Estado de S.Paulo afirmou que o presidente do BC procurou Maia “para falar sobre a crise política”. De acordo com a reportagem, ele estaria preocupado com a possibilidade das reformas não avançarem no Congresso.

Obstrução no Congresso

O bloco de partidos de centro, conhecido como Centrão, está em obstrução na Câmara enquanto impasse envolvendo a presidência da CMO (Comissão Mista de Orçamento) não for resolvido.

O líder do grupo, Arthur Lira (PP-AL), tenta emplacar Flávia Arruda (PL-DF) no cargo. No início do ano, havia acordo para que o comando do colegiado ficasse com Elmar Nascimento (DEM-BA), nome apoiado por Maia.

O pano de fundo é a sucessão na Presidência da Câmara. Maia quer fazer o sucessor e Lira, eleger-se. Quem vencer na CMO fica mais forte.

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