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São Paulo faz jogo duro e espera oferta maior para vender Militão

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O atleta, cujo contrato se encerra em janeiro de 2019, aguarda por um acordo entre as partes para se apresentar na nova casa.

 

O lateral direito Éder Militão, 20, já avisou ao São Paulo que pretende deixar o clube e ser negociado com o Porto (POR). O atleta, cujo contrato se encerra em janeiro de 2019, aguarda por um acordo entre as partes para se apresentar na nova casa.

Até aqui, a diretoria tricolor faz jogo duro e rejeitou uma oferta de € 4 milhões (ao redor de R$ 17 milhões) dos portugueses para a sua liberação imediata. Ainda assim, a avaliação é de que o aceite tricolor é apenas uma questão de tempo.

Conforme apurado pela reportagem, Militão conta, inclusive, com um representante no Porto para encaminhar a papelada e agilizar a sua situação. Trata-se do advogado Bruno Macedo, que cuida dos interesses de um de seus agentes, Giuliano Bertolucci, em Portugal, aguarda para avançar com o negócio.

Pessoas ligadas a Militão afirmaram à reportagem que o lateral deve atuar pelo menos na próxima partida, contra o Grêmio, na quinta-feira (26), às 19h30 (de Brasília), em Porto Alegre, antes de fazer a sua despedida.

A queda de braço entre Porto e São Paulo passa não apenas pelas cifras, mas também por isso.

Além de exigir um valor maior -que deve chegar a € 6 milhões (R$ 25,5 milhões), mais 10% em uma venda futura-, o time tricolor tenta mantê-lo por mais tempo na Barra Funda e assegurar a sua presença por mais três jogos -contra Cruzeiro, Colón de Santa Fé (ARG) e Vasco.

O jogador, portanto, viajaria para Portugal somente após o confronto com os cruzmaltinos, em 5 de agosto, pelo Brasileiro.

O Porto bate o pé para tê-lo o quanto antes e não atrapalhar a sua preparação para a temporada. No próximo dia 4 de agosto, os atuais campeões locais enfrentam o Desportivo das Aves pela Supertaça Portuguesa.

Depois de recusar mais de uma oferta para renovação com o São Paulo, Militão está livre para assinar um pré-contrato no mercado desde 11 de julho. Se os dois lados não chegarem a um denominador comum, ele deixará a equipe sem qualquer compensação financeira ao fim de seu vínculo.

PLANEJAMENTO PORTISTA

A pressa dos portistas por Militão, que também pode atuar como zagueiro, se deve as baixas da equipe em seu sistema defensivo. Nesta janela de transferências, o Porto perdeu Diogo Dalot (Manchester United), Ricardo Pereira (Leicester), Marcano (Roma) e Reyes (livre).

Para piorar, os primeiros testes na pré-temporada deixaram o técnico Sérgio Conceição furioso. Ele pressiona a diretoria por reforços e chegou a dizer que “meia dúzia de jogadores” não tinha capacidade para jogar no clube.

Até agora, o treinador não conseguiu, por exemplo, encontrar um novo parceiro para o ex-corintiano Felipe no miolo da zaga. O nigeriano Chidozie, que veio do Nantes, tem sido uma catástrofe nesse início, enquanto que o garoto Diogo Leite pede passagem.

Nesta segunda-feira (23), Conceição recebeu o primeiro dos reforços pedidos para solucionar o problema, com a vinda do congolês Mbemba, proveniente do Newcastle. Ele custará em torno de € 8 milhões (R$ 34 milhões) aos seus cofres.

Falta apenas Militão, a quem, segundo o seu estafe, foi prometida a condição de titular no setor. Ele não deve atuar na lateral, onde teria a concorrência do uruguaio Maxi Pereira e do compatriota João Pedro, ex-Palmeiras, Bahia e Chapecoense, que tem agradado.

Com a expectativa de uma definição a qualquer momento, Militão tem sido elogiado por seu comprometimento dentro do São Paulo e por não ter mudado a sua postura em campo, mesmo deixando clara a sua vontade de sair desde o princípio. Com informações da Folhapress.

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Fonte: noticias ao minuto
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