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PIB cresce 0,2% no 2º tri e confirma fim da recessão, diz IBGE

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É a segunda alta seguida da economia brasileira, confirmando a saída da recessão.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,2% no 2º trimestre em relação ao 1º trimestre.

É a segunda alta seguida da economia brasileira, confirmando a saída da recessão. No 1º trimestre do ano, o PIB havia crescido 1% sobre o trimestre anterior, a primeira alta após 8 quedas seguidas.

Na comparação com o 2º trimestre de 2016, a alta foi de 0,3%, o primeiro resultado positivo nessa medida após 12 trimestres de queda.

No acumulado de quatro trimestres sobre os quatro trimestres anteriores, ainda há queda (1,4%). Na comparação entre o primeiro semestre de 2017 com o primeiro semestre de 2016, há estabilidade.

Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na manhã desta sexta-feira (01).

Uma pesquisa da Reuters com analistas e instituições financeiras previa um número ligeiramente menor para a alta trimestral: crescimento de 0,1%.

Houve crescimento zero da agricultura, que havia sido o grande destaque no 1º trimestre com crescimento de 13,4%.

Já a indústria, que havia subido 0,9% no 1º trimestre, voltou a cair: -0,5%. O destaque foi a alta de 1,4% no consumo das famílias após nove quedas seguidas.

“Este resultado foi influenciado pela evolução de alguns indicadores macroeconômicos ao longo do trimestre, como a desaceleração da inflação, a redução da taxa básica de juros e o crescimento, em termos reais, da massa salarial”, diz o IBGE.

O destaque negativo segue sendo o investimento, que caiu 0,7% na comparação com o trimestre anterior e 6,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

“Este recuo é justificado, principalmente, pela queda das importações de bens de capital e pelo desempenho negativo da construção neste período”, diz o IBGE.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, havia afirmado no início da semana que a taxa de crescimento trimestral ficaria em torno de zero:

“A agricultura cresce muito no primeiro trimestre e, no segundo, cresce menos, é até negativo. O efeito disso é que o número que será divulgado na sexta-feira será baixo, próximo do equilíbrio”.

Fonte:Exame.com

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