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Política

Dilma diz que apoiará plebiscito e pede para que Senado a inocente

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A presidente afastada, Dilma Rousseff, pediu nessa terça-feira (16) que o Senado encerre o processo de impeachment, que ela classifica como “golpe”, e disse que apoiará um plebiscito para a realização de novas eleições caso volte ao poder.

“Precisamos fortalecer a democracia em nosso país. E para isso será necessário que o Senado encerre o processo de impeachment em curso reconhecendo diante das provas irrefutáveis que não houve crime de responsabilidade. Que sou inocente”, disse.

“Não é legítimo, como querem os meus acusadores, afastar o chefe de Estado e de governo pelo conjunto da obra. Quem afasta o presidente pelo conjunto da obra é o povo e, só o povo, nas eleições. Por isso, afirmamos que, se consumado o impeachment sem crime de responsabilidade, teríamos um golpe de Estado. A democracia é o único caminho para a construção de um pacto pela construção de um pacto nacional. Darei meu apoio irrestrito à convocação de um plebiscito, com o objetivo de consultar a população sobre a realização antecipada de eleições”, acrescentou a presidente.

O pronunciamento foi feito no Salão dos Estados do Palácio da Alvorada. O discurso, previsto para começar às 15h, só começou às 15h49, logo após a decisão por pênaltis do torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos em que o Brasil foi desclassificado pela Suécia.

Dilma estava acompanhada dos ex-ministros Aloizio Mercadante, Jaques Wagner, Ricardo Berzoini, Eleonora Menicucci e Miguel Rossetto.

Fonte: BOL

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