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Política

Procuradoria reitera denúncia contra Lula e Delcídio por obstrução à Justiça

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Outras cinco pessoas foram denunciadas; todos são acusados de “agirem irregularmente para atrapalhar as investigações da Lava Jato” no episódio sobre tentativa de evitar que Nestor Cerveró fizesse acordo de delação

Estadão Conteúdo

 Ministério Público Federal denunciou  à Justiça de Brasília o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas
Agência Brasil

Ministério Público Federal denunciou à Justiça de Brasília o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras seis pessoas

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta quinta-feira (21) à Justiça de Brasília o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu amigo José Carlos Bumlai, o ex-senador Delcídio do Amaral, o banqueiro André Santos Esteves, o ex-assessor de Delcídio, Diogo Ferreira Rodriguez, o advogado Edson Siqueira Ribeiro Filho, e o filho de Bumlai, Maurício Barros Bumlai.

Todos são acusados de “agirem irregularmente para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato” ao planejarem impedir que o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró assinasse acordo de delação premiada com a força-tarefa de investigadores da operação.

O caso já havia sido denunciado pelo procurador geral da República (PGR), Rodrigo Janot, em dezembro do ano passado. No entanto, em decorrência da perda de foro privilegiado do ex-senador envolvido, Delcídio do Amaral, e também pelo fato de o crime ter ocorrido em Brasília, a denúncia foi enviada à Justiça Federal do Distrito Federal. Com essa redistribuição, o MPF do DF foi acionado para se manifestar sobre a ação penal e concluiu pela confirmação integral da denúncia prévia do PGR.

Além de confirmar os elementos apresentados, o procurador da República Ivan Cláudio Marx faz acréscimos à peça inicial, com o objetivo de ampliar a descrição dos fatos e as provas que envolvem os acusados. Os crimes apontados estão previstos nos artigos 2º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013, art. 357 do CP e art. 355 do Código Penal.

Fonte: IG / *Com informações do Estadão Conteúdo e da Agência Brasil

 

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